A trupe formada por Montanha, Cafi e Du Circo decide embarcar em uma viagem para conhecer artistas circenses de todo o mundo e renovar suas referências criativas. A primeira parada dessa jornada é a maior convenção de marabaristas do mundo, localizada na Holanda.
A trupe segue viagem até a Espanha para visitar o irmão de Montanha, Guga. Um talentoso acrobata que já trabalhou em circos renomados, ele apresenta a comunidade circense espanhola aos velhos amigos.
Guga decide se unir a jornada do irmão e dos amigos e a trupe segue junta em direção à França. Conhecidos pelas inovações que trouxeram para a arte circense, os artistas franceses oferecem novas ideias para o grupo.
A trupe mergulha em um momento de reflexão depois de visitar o universo circense francês. Com questionamentos mais profundos na cabeça, eles viajam para o México, onde conhecem pirâmides, participam de rituais e curtem confrontos de luta livre.
Guga quer ir com a trupe para Las Vegas, que ele diz ser a Meca do circo, porém nem todo mundo concorda. Enquanto Montanha, Du Circo e Guga exploram o showbiz local, Cafi abandona o grupo para encontrar um guru em uma pequena ilha no Maine.
Depois do extravagante entretenimento de Las Vegas, a trupe segue viagem para o Peru, onde conhecem um espetáculo que é muito mais do que entretenimento. Um orgulho nacional, o espetáculo combina relevância artística com impacto social em comunidades pobres.
Em Buenos Aires a trupe conhece Chacovachi, um palhaço anarco-terrorista que lhes apresenta a uma manifestação de palhaços que sobrevive do talento para divertir enquanto faz as pessoas pensarem.
A jornada da trupe se encerra, Guga se despede dos amigos e volta para Espanha, e o resto do grupo retorna ao Brasil. Porém, apesar das novas ideias, as coisas não são tão fáceis, com pouco dinheiro e desencontro de sintonia, Montanha, Cafi e Du Circo enfrentam algumas dificuldades em seu caminho.