Mãos apressadas percorrem a superfície do papel com as dobras dos dedos brancas de tanto segurar a caneta. Só mais uma página, se conseguir colocar as ideias para fora, talvez essa seja a última que escreve. As linhas cessam, e o rufar do coração desacelera à medida que o rosto se afasta da mesa e contempla mais um trabalho concluído. E então, tudo começa mais uma vez. O trabalho de um escritor, nunca está acabado.