Nos anos 50 de 1700, já era evidente para o Governador do Rio de Janeiro que a cidade devia passar a ser a capital do Brasil. O Rio de Janeiro só abriria os seus portos a outras nações no séc. XIX. No séc. XVIII, era ainda uma cidade pouco sofisticada, com uma vida social centrada quase exclusivamente nas festas religiosas. Mas, no séc. XVIII, o Rio de Janeiro foi dotado de obras públicas que espelhavam o que de mais novo se fazia na capital do império: um monumental aqueduto, a maior obra de engenharia de todo o período colonial na América portuguesa; um passeio público, o primeiro das Américas; e um cais que mimetizava a espetacular cenografia do cais de Lisboa pós-terramoto. Uma visita guiada pela historiadora Maria Fernanda Bicalho e pelo arquiteto José Pessoa.