Imagina ter sua mãe chamada na escola porque seus coleguinhas estavam vendo a revista em que ela posou nua? Ou ser filha do cara que tem o “boa noite” mais famoso do país? No episódio de estreia do Nepograma, Luísa Perissé recebe uma dupla que cresceu sob alguns dos sobrenomes mais conhecidos do Brasil: Giulia Costa, filha de Flávia Alessandra e Marcos Paulo, e Bia Bonemer, filha de Fátima Bernardes e William Bonner. E ainda rola a participação especial de outra nepobaby, Elisa Annenberg-Paglia, filha dos jornalistas Sandra Annenberg e Ernesto Paglia. Juntas, elas falam sobre as facilidades e os perrengues de serem filhas de famosos, contam fofocas, desmentem boatos e revelam como é buscar a própria identidade quando o sobrenome e os holofotes chegam antes. Será que tem vantagem para entrar na balada e reservar restaurante? Vem descobrir!
Baby, baba… as nepobabies cresceram! No segundo episódio do Nepograma, Luisa Perisse recebe duas herdeiras da música pop brasileira: Suzanna Freitas, filha de Kelly Key e Latino, e Tília, filha do Dennis DJ e da empresária Kamilla Fialho. Com muito bom humor, elas contam os bastidores de crescer embaladas por hits, falam sobre o envolvimento delas com a música e, claro, revelam como é a convivência com pais tão famosos quanto icônicos. Tem pressão? Tem privilégio? Tem crítica? Tem tudo! Elas não fogem de nenhum assunto! E ainda rola participação especial dos nepopets, porque nepobaby que é nepobaby tem um nepopet mimado pra chamar de seu! Será que é fácil lidar com a fama desde criança?
Imagina seu pai te buscar no colégio e você sair escoltado porque ele é Antônio Fagundes. Ou crescer ouvindo texto de teatro em casa e, anos depois, interpretar a mesma peça que seu pai — com todo mundo comparando. Vida normal? Nem um pouco. No terceiro episódio do Nepograma, Luísa Perissé recebe dois nepobabies que seguiram o caminho artístico dos pais: Bruno Fagundes, ator e produtor cultural, filho de Antônio Fagundes e Mara Carvalho, e Agnes Brichta, atriz e psicóloga, filha de Vladimir Brichta. Entre histórias de teatro vazio, pressão para não errar, comparações inevitáveis e a crise de identidade de quem carrega um sobrenome famoso, eles falam sobre vocação, mérito, portas que se abrem e pedras que vêm junto. Dá pra construir uma carreira própria quando todo mundo acha que já te conhece? E ainda tem pai viciado em videogame, nepopets querendo contrato, terapia coletiva e o humor ácido que só o Nepograma entrega.