Nosso primeiro episódio é um panorama geral, um gostinho do que teremos nos próximos meses. Começamos com uma breve história das primeiras pranchas Surfing Heritage and Culture Center, na Califórnia.
Esse episódio é sobre as monoquilhas, com destaque para os shapers Thyola e Rico de Souza.
Episódio sobre biquilhas que também fala de algumas pranchas como a “Twin Fin” do Mark Richards, “The Saint” do Gleenn Peng e a “Twin Old” do Ogro. Com destaque ao shaper Victor Vasconcellos.
Esse episódio é sobre inovações, desde o desenho da prancha, até como elas são construídas. Visitamos as fábricas Firewire, na Califórnia, com o surfista e shaper australiano, Daniel Thompson; e Hydroflex.
Esse episódio é sobre as longboards, conhecemos as manobras, os tipos e estilos do pranchão: como clássico, radical e progressivo. Com destaque ao shapers Neco Carbone e Pastor, e os longboarders Alex Wolthers e Phil Rajzman.
Episódio sobre as pranchas sem quilhas, traçando a história e evolução das primeiras pranchas, que eram feitas de madeira. Destaques ao shaper Matsuda e ao test drive das pranchas Alaia e Albacore.
Esse episódio é sobre as pranchas assimétricas. Conhecemos os shapers Ryan Lovelace, Carl Ekstrom e Homero, visitamos suas oficinais, e fazemos o trest drive com suas pranchas.
Esse episódio é sobre as grandes fábricas do mundo. Visitamos a Rusty e a Lost, na Calinfórnia, e falamos com os shapers respectivos Rusty Presidendorfer e Pedro Battaglin, e Matt Biolos.
Nesse episódio falamos sobre pranchas incônicas e coleções. Temos um perfil com os colecionadores brasileiros Pipo, Rico e Pardhal; o perfil do shaper Glenn Peng; e fazemos os test drives das pranchas The Saint (Glenn Peng), Black Beauty (Al Merrick) e a clássica do Mark Richards.
Velocidade é uma das coisas mais divertidas e radicais para o surfe. Através de grandes shapers e surfistas profissionais, vamos descobrir como funciona a hidrodinâmica entre shapes e quilhas para gerar velocidade e controle na hora de surfar.
Uma boa prancha manobrável é o desejo de todo surfista. Na Fábrica Channel Island, na Califórnia, conversamos com o principal shaper, Britt Merrick, que nos conta um pouquinho do que faz as pranchas Al Merrick serem mágicas e tão procuradas.
Visitamos a fábrica Silversurf, em Santos, e batemos um papo com o shaper Tico, um dos responsáveis no Brasil pela linha de produção do shaper americano, T. Petterson, e por shapear o quiver do surfista Ítalo Ferreira.
Conhecemos alguns shapes que não são os modelos para desempenho, mas que estão sendo muito procurados hoje em dia e existem com uma única finalidade: diversão. Ideais para mares em condições fracas e “ruins”.
Visitamos as fábricas da Lost Surfboards em San Clemente, na Califórnia, e Firewire em San Diego. Conversamos com seus shapers Matt Biolos e Daniel Thomson, respectivamente, sobre o foco das marcas ao design e shape de suas pranchas.
Channel Islands é uma das maiores fábricas de pranchas do mundo e também muito almejada pelos surfistas. Adriano de Souza, por exemplo, foi campeão mundial com uma dessas. Conhecemos por dentro a fábrica e o processo de produção de uma CIS.
Surfe é um esporte que combina com sustentabilidade, mas as pranchas tradicionais são feitas com materiais muito poluentes. Pensando nisso, alguns shapers começaram a utilizar materiais mais ecológicos para criação de pranchas de alta performance.
O mercado de pranchas de surfe cresceu tanto que a produção ficou cada vez menos customizável, mas ainda existem artistas que trabalham para que cada prancha seja única. Marcelo Macarrão é um dos que faz verdadeiras obras de arte com as pranchas.
A maioria dos surfistas profissionais têm seus próprios modelos de pranchas feitos por shapers. Além disso, muitos deles criaram uma própria marca de pranchas ou até mesmo começaram a se aventurar como shapers, como é o caso de Rob Machado.
Kelly Slater é o maior campeão mundial de surfe, ou seja, uma prancha com sua assinatura se transforma em uma das mais visadas do mercado. Conhecemos mais sobre a Slater Designs, marca de pranchas de autoria do Kelly Slater.
O mercado de surfe está crescendo no Brasil e com ele se multiplicam as fábricas de pranchas nacionais, trazendo uma grande variedade para o cenário. Apresentamos uma fábrica que faz sucesso em São Paulo e uma de pranchas de madeira.
Conhecemos como é importante escolher o material que melhor se adapta a cada surfista e as diferenças entre EPS e PU, os principais blocos utilizados. Também acompanhams o teste drive do modelo Trekinho High Performance e da Pocket Rocket.
Algumas fábricas vem explorando outros materiais e designs para promover inovação. Vamos fazer o teste drive da Cornice, da Fireware, uma prancha realmente diferenciada e conhecemos também a Gamma, da Slater Designs e a Flex-bar da Channel Islands.
No Brasil existe uma enorme variedade de shaper/fábricas que atendem a todos os tipos de surfistas. A prancha destaque do último episódio dessa temporada é a Future Twin, modelo do Fábio Gouveia, um dos maiores nomes do surfe brasileiro.