Miriam Leitão e Marcelo Netto contam como iniciaram seu ativismo político e Matheus Leitão faz uma revisão dos arquivos do período em que seus pais estavam presos. Um nome atormenta seus pais e alguns ex-militantes: Foedes dos Santos, possível denunciante acusado de entregar incontáveis ​​companheiros.
No Tocantins, Matheus ouve depoimentos de pessoas torturadas por ajudarem os guerrilheiros do Araguaia, considerados terroristas pelos militares. De volta ao Espírito Santo, Matheus tenta entrar no 38º Batalhão de Infantaria e ver o forte e o prédio onde ocorreu a tortura. Matheus entrevista o ex-oficial militar Eduard Alois.
Matheus visita a plantação de açúcar Cambahyba, onde os corpos dos militantes mortos foram cremados. O agente Claudio Guerra relata como os corpos foram descartados para que não deixassem rastros. Miriam Leitão conta sobre as torturas a que foi submetida na prisão. Matheus conhece um dos torturadores de sua mãe.
Matheus busca descobrir o paradeiro do capitão Guilherme, torturador de seus pais. Além disso, entreviste Jair Bolsonaro em seu escritório. Em um diálogo intenso, eles discutem o regime militar e a situação atual do Brasil. Matheus também entrevista Ivo Herzog, filho do jornalista Vladimir Herzog, assassinado pelos militares.